Chegará o dia em que, tal como Renato Valenzuela, aquele personagem de Mario Benedetti, derrotarei os espelhos. Mas, até lá, seguirei sendo vencido por meu reflexo, que, invariável e frequentemente, me ofende. Diz ele que sou fraco, idiota, ingênuo e que cedo mui facilmente às tentações. Não necessariamente às da carne, mas também. Ele me